quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Lembrancinha de Natal - PAP de porta moedas

Como ao final de todos os anos, preparamos lembrancinhas para Mi presentear coleguinhas e professores.

Já fizemos bloquinhos de anotações, encadernados com tecidos, kit de panos de prato, em saquinhos fofos de organza, caderno de mensagens para maternidade, por ocasião da gestação de duas teachers, cestinhas de pães, ano passado, caixinhas do Papai Noel, e neste ano, elegemos porta moedas em tecido.

É um momento de alegria para a pequena, que fica feliz por oferecer o mimo aos amiguinhos, e a mamãe aqui, se diverte com as produções, porque artesanato é a nossa diversão.

Antecipamos a entrega em função de uma amiguinha de Mi não estar presente nos últimos dias de aula.

E aqui segue o PAP para quem estiver com vontade de preparar pessoalmente lembrancinhas de Natal para amigos, vizinhos, colegas de trabalho e familiares:
lembrancinha de natal

MATERIAIS:


  • tecido principal  10 cm x10 cm (usamos tricoline estampada)
  • tecido para o forro  10 cm x 10 cm (usamos tricoline estampado, mas pode ser algodão cru ou outros)
  • TNT 10 cm x 10 cm para usar como manta (pode ser entretela, ou manta fina)
  • 12 cm de zíper de metro, combinando com as cores do tecido
  • linha
  • tecido do forro 7x7 cm



PAP:

Antes de começar passe os tecidos a ferro.

1- Junte o tecido principal com o forro, avesso com avesso, coloque entre eles o TNT e faça quilt livre ou reto, conforme sua preferência.
Geralmente quiltamos o tecido apenas com a manta, mas juntar as 3 partes vai deixar a peça mais firme.
Pode colocar um alfinete, ou passar a máquina na borda superior, para manter os tecidos no lugar.
O que não será necessário se utilizar, entretela ou mantas que possuam adesivo.



2- Dobre o tecido de 7 x 7 cm ao meio, para vincar,  dobre cada borda até a vinca, depois dobre novamente ao meio, e costure nas duas bordas.
Este será o puxador do porta moedas.







3- Posicione o lado direito do zíper  com o lado direito do tecido principal, e costure a borda.


4-  Passe o zig zag, vire, e rebata a costura



5- Repita o mesmo procedimento com o outro lado do tecido
PAP porta moeda em tecido






6- Coloque o cursor do zíper, pelo avesso, feche todo ele, e recoloque-o, deixando no meio.





7- Dobre o puxador ao meio, posicione-o por dentro, do lado direito do tecido, na parte do zíper, e feche as laterais com ponto reto
lembrancinha de natal




8- Corte o excesso de tecido e zíper, e passe o zigzag, com linha combinando com o tecido do forro.


9- Desvire e empurre os cantinhos com a ajuda de uma tesoura fechada, caneta, pincel, etc
Lembrancinha de natal

PAP porta moeda em tecido - lembrancinha de natal

Mi escreveu a mensagem nas tags que acompanharam os portas moedas.

Feliz Natal e Ano Novo!

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Aracaju-SE, Recife - Olinda-PE, com criança

Fim de ano se aproximando, férias escolares, então resolvemos compartilhar mais um passeio para nossa agenda de viagens, que aconteceu, em fevereiro,  nas semanas que antecederam o carnaval de 2014.

Escolhemos viajar de carro, porque queríamos, além de ganhar mobilidade, aproveitar para conhecer o percurso até o destino final, que seria Recife em Pernambuco.
Para tanto programamos algumas paradas, para dormir, descansar e aproveitar.

Então fomos até Salvador, viramos a noite, e pela manhã seguimos para o nosso destino seguinte, Aracaju.
Foram 320 km, não lembro mais quanto tempo levamos, mas chegamos a tempo de almoçar na capital sergipana.

Em Aracaju ficamos hospedados na orla da praia de Atalaia, no Hotel Celi, padrão business, com linda vista para orla, quartos espaçosos, e café da manhã muito bom.



A orla é muito agradável, e cheia de opções de entretenimento.
A culinária local inclui as hoje, famosas tapiocas, com  variados sabores.
Alguns restaurantes, tem som ao vivo, à noite. Como o Restaurante Cariri, forró animado .

Ainda na orla de Atalaia, aproveitamos para conhecer o Oceanário do Projeto Tamar, onde pudemos acompanhar os tratadores alimentando as arraias e os tubarões.
Nesses horários, é organizada uma fila, com os corajosos, que queiram tentar colaborar com a alimentação dos bichinhos, rs.




Tem lojinha de souvenir, Mi trouxe  boné e pulseirinha de tartaruga.

Por ali também está a feira de artesanato e o Centro de Arte e Cultura, onde encontramos peças artesanais de renda renascença e filé, a marca registrada dos artesãos locais.
Trabalho delicado e lindo.


Conhecemos também, o mercado municipal, onde encontramos de tudo um pouco, flores, artesanato, produtos típicos como a manteiga de garrafa, pimenta em conserva, castanha de caju, frutas da região, dentre outros.
Na realidade são 3 mercados "juntos", em um mesmo largo. O maior Antônio Franco, e dois menores Thales Ferraz e Alberto Franco.
Dali trouxemos um mini violão para Mi, feito de forma artesanal, e frascos de pimenta, com chapeuzinho de couro, para oferecermos de lembrancinha para a família.


E o passeio que mais curtimos, a visita ao Museu de Gente Sergipana, que simplesmente adoramos!
O museu é interativo, muitas informações sobre o local, o povo, e os costumes.
Rimos com Zé Vende, conhecemos o cardápio sergipano, Mi brincou de amarelinha, em um tapete de couro.
Momentos de muita descontração.
Imperdível!





A cidade nesta época, tinha 2 shoppings, o Jardins e o RioMar, conhecemos o segundo, onde encontramos ótimas promoções.

Ficamos poucos dias em Aracaju, porque como falei, nosso destino final era Recife.

Então seguimos viagem, e um pouco mais de 500 km após, chegamos a Recife, rodamos pela orla da praia de Boa Viagem, e resolvemos ficar hospedados em Olinda, que fica a apenas 8 km.
Decisão acertadíssima.


 









Como na orla de Atalaia em Aracaju, os hotéis da orla de Boa Viagem em Recife, atendem o padrão business, e com a pequena, queríamos algo com mais verde e descontração.
Escolhemos o Hotel Sete Colinas, encravado no centro histórico de Olinda.
Amamos.
Construído em uma antiga fazenda, que ainda preserva o mobiliário em uma casa da época, que virou museu, e fica dentro da propriedade, que conta com piscina e uma área verde fabulosa.
O café da manhã é um caso à parte, dava para fazer um post só sobre ele.
Eu amo o café nordestino, com suas delícias.
Aipim (mandioca, macaxeira) com carne seca desfiada, banana da terra cozida, cuscuz de milho, de tapioca, carne do sol, bolos, muitos bolos, e muitas outras gostosuras.
Ai que vontade!
Experiência gastronômica inesquecível!

Ainda tivemos o bônus de ver de perto o ator Marcos Nanini, que ficou hospedado no mesmo hotel, em um bangalô próximo ao nosso quarto.

Gente, Olinda é riquíssima! Roubou a cena de Recife e virou o foco de nosso passeio.
O centro histórico é incrível, o conjunto de igrejas barrocas é espetacular, e o casario abriga cafés e ateliês.
O melhor jeito de conhecer o local é caminhando.
Mas prepare-se para enfrentar muitas ladeiras de pedra. Calçados confortáveis, chapéu ou boné, filtro solar, óculos de sol e garrafinha de água mineral à tiracolo, sempre.


Conheci todas as igrejas e mosteiros existentes por ali, e achei incrível.
Em alguns momentos, tenho que confessar, sem a companhia do marido e da filha, que se cansavam e corriam para o ar condicionado do carro, mas seguia em frente com o guia, que tornou o passeio ainda mais interessante.





Visitamos a alto da Sé, onde encontramos barraquinhas de tapiocas, artesanato, e uma vista  surpreendente.
Do alto do prédio da caixa d'água, que tem elevador panorâmico, a paisagem fica ainda mais linda.





 Os famosos bonecos gigantes de Olinda que fazem a alegria nos carnavais.

O Museu do Mamulengo, que abriga inúmeros fantoches, e tem uma estrutura em miniatura, que as crianças podem mover.





Provamos além das deliciosas tapiocas, os sorvetes, inclusive o de tapioca, claro.
Descobrimos dois restaurantes que gostamos muito, um que servia crepes e pizzas saborosas, em um ambiente super acolhedor e estiloso, e outro, em uma escadaria, próximo ao Alto da Sé, indicado pelo guia, que apesar de pequeno, servia comida nota dez.
  Não lembro mais o nome dos restaurantes, sorry!

Como as cidades ficam muito próximas, dá para se hospedar em Olinda e conhecer Recife sem problemas.


Em Recife além da culinária típica, aproveitamos a orla de Boa Viagem, onde fica a feirinha de arte e artesanato na praça, rodamos pelo cais do porto, que fica no Recife antigo, e encontramos o marco zero.

E como não poderia faltar, no roteiro de quem viaja com criança, shoppings -  RioMar e Recife.




Em uma das visitas ao shopping Recife, encontramos os personagens da turma de Maurício de Sousa, e resolvemos ficar por ali e deixar Mi aproveitar as brincadeiras com a turminha que ela é fã.
Afinal em alguns momentos é necessário sair da programação, pelo bem de todos.





Não deu tempo para dois passeios que programamos, uma visita ao Instituto Ricardo Brennandi e o passeio de Catamarã, que passa em frente a prédios históricos pela cidade.

No dia seguinte,mantivemos nosso programa original, e ao invés de tentar os passeios que não fizemos no dia anterior, rumamos para Ipojuca, o município que abriga Porto de Galinhas e Muro Alto.
Muro Alto, é uma linda praia quase virgem, com piscinas naturais, mas advirto que o acesso é por estrada de terra, e para almoçar, é necessário ir a Porto de Galinhas.

Recife tem trânsito intenso, aconselho sair bem cedinho em direção a estas praias, para evitar engarrafamentos.



Nos despedimos de Olinda, com gostinho de quero mais.

Na volta para casa, ainda no estado de Pernambuco, nos deparamos com um bloqueio na pista, que tinha começado na manha daquele dia e permanecia até o horário que chegamos, perto do fim da tarde.
Um acidente havia feito vítimas fatais e os moradores da região estavam reivindicando por melhorias no trecho da estrada que realmente era péssimo, cheio de crateras.
Mas este incidente se transformou em uma aventura.
Seguimos até um posto de gasolina, procurando por banheiro e comida, já pensando nas horas que ficaríamos por ali.
Entretanto, alguns motoqueiros da região propuseram guiar-nos por um canavial que ficava ao lado da pista e assim driblar o bloqueio, o terreno era acidentado, um morro, mas resolvemos tentar, acompanhados por outros turistas.

Na subida logo no início, teve desistências, os carros de passeio com motor 1.000 não conseguiram subir, e tivemos que retornar de ré, para dar passagem aos que estavam em nossa frente.
Mas voltamos e encaramos a aventura, que terminou bem.
Atravessamos o canavial, por caminhos estreitíssimos, e chegamos ao outro lado, são e salvos, todos.
Com a graça de Deus!

Assim, retornamos á Aracajú, onde ficamos em um Hotel, que foi nosso preferido na cidade, O Hotel Pousada do Sol, com parquinho infantil, em uma área verde, muito mais interessante para quem viaja com criança.
Mi fez amiguinhos e brincou muito na piscina.




Ficamos mais um dia por ali, para descansar antes de seguir viagem até Salvador, aproveitando o hotel.

E no dia seguinte, bem cedo, rumamos para terras soteropolitanas, e resolvemos ficar hospedados na linha verde, na Praia do Forte, pertencente ao distrito de São João da Mata.
Ali visitamos o outro Projeto Tamar, caminhamos pela Alameda do Sol, com suas inúmeras lojinhas, lanchonetes, restaurantes e aproveitamos a praia, nos despedindo de nossa viagem.














Voltamos cheios de histórias para contar.
Aracaju, Recife, Olinda, Ipojuca, Praia do Forte... Encantadas!